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Aqui você poderá aprender um pouco mais sobre os tópicos abaixo:
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- Estresse causa mau hálito
Dia de prova na faculdade é sempre estressante. O coração bate mais forte, as mãos ficam frias. Mas não é só. Em novembro último, pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp descobriram mais uma alteração involuntária: o hálito fétido. Meia hora antes da prova, eles pediram para que os alunos de Odontologia soprassem num pequeno aparelho, o halímetro. Ele mede a quantidade de saliva e o número de compostos de enxofre, os responsáveis pelo cheiro ruim.
Uma outra coleta havia sido feita uma semana antes, em um dia calmo. Computados os dados, veio a constatação. Na hora de tensão, o volume de saliva estava 30% menor. Os compostos de enxofre, por sua vez, aumentaram 48%. "Com a diminuição da saliva, que limpa a boca, as bactérias fazem a festa", explica Celso Queiroz, pós-graduando da Unicamp, que divulgou o estudo.
Fonte: Revista Saúde
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- Úlceras da boca
Mas o estresse não causa só mau hálito. Uma pessoa muito medrosa pode ter aftas. Isso porque a glândula hipófise, que fica no cérebro, desencadeia uma corrente de mudanças no organismo. Ela excreta o hormônio ACTH, que por sua vez estimula as glândulas supra-renais, fabricantes de substâncias capazes de fragilizar os tecidos bucais e, ao mesmo tempo, aumentar a acidez da saliva. Montado o cenário para o crime, os ácidos atacam. As aftas são as úlceras da boca, geralmente disparadas por fatores emocionais. Esse estrago pode ser ainda maior se a saliva estiver em falta. Isso porque o líquido, além de ser um excelente faxineiro, também contém substâncias que protegem as mucosas e as gengivas. Fonte: Revista Saúde |
- Cuidados com a boca são decisivos para o desempenho de atletas
O que a gaúcha Daiane dos Santos e Diego Hypolito (irmão de Daniele) têm em comum além de serem excepcionais na ginástica olímpica? – Quem respondeu que os dois usam aparelhos ortodônticos está certo. Especialistas garantem que a correção dos problemas relacionados à posição dos dentes (inclusive dores de cabeça) pode influenciar em diferentes funções e ser decisiva na hora de garantir o pódio.
“Hoje, a ortodontia busca muito mais do que simplesmente um belo sorriso. Sabe-se que a posição dos dentes e o jeito com que a pessoa morde podem influenciar, muitas vezes, na respiração, postura e, conseqüentemente, no desempenho de muitos atletas”, diz Ivan Valle – diretor do Oralface Intitute.
O especialista diz que, além de a ortodontia corrigir defeitos na posição dos dentes, como apinhamentos e desnivelamentos, somada a “ortopedia facial”, pode também tratar dos chamados “casos esqueletais”, ou seja daqueles que sofrem interferência de problemas ósseos.
“É fundamental assegurar o crescimento saudável do complexo maxilofacial, sendo portanto, a infância e a adolescência, o melhor momento para se detectar e interceptar problemas futuros. Recentemente, durante a avaliação de um atleta que competirá na Olimpíada de Atenas, o exame radiológico revelou sinusite maxilar e inclusão dentária. Casos como esse, quando não tratados a tempo, podem interferir diretamente na performance do competidor”, diz Valle.
De acordo com o especialista, o que há de mais novo e revolucionário em termos de correção ortodôntica é o Invisalign®, um sistema praticamente invisível. “É o recurso mais avançado no momento para corrigir os dentes, diz Valle.
O aparelho que “desaparece” na boca, como é conhecido entre os pacientes que já estão fazendo uso, é fruto de uma combinação entre tecnologia e ciência. “Depois de elaborar um plano de tratamento, o ortodontista envia uma bateria de exames – incluindo a impressão dos dentes do paciente – para os Estados Unidos, local de origem do Invisalign®. Modelos dentários são construídos em um tipo de resina sensível ao raio laser, usando um software que gera imagens três dimensões. O resultado é uma série de corretores que deverão ser trocados a cada duas ou três semanas, na exata seqüência. Eles oferecem conforto com o mínimo de visibilidade. Ideal para pessoas que se expõem ao público”, diz o ortodontista.
Oralface Institute |
- Preocupado com o seu hálito ?
A halitose, o mau hálito passageiro, é normalmente um problema trivial causado por certos alimentos ou bebidas, fumo ou higiene bucal deficiente. Normalmente, as substâncias químicas contidas nos alimentos são os principais responsáveis. O mau hálito causado por ingestão de cebola e alho, por exemplo, deve-se ao alto teor de enxofre desses alimentos. O cheiro de vinho, cerveja e muitas outras bebidas alcoólicas permanece prolongadamente no hálito, e o tabaco, em qualquer forma, também provoca mau hálito.
A saliva controla o desenvolvimento de bactérias na boca. Uma queda na produção de saliva, seja durante o sono ou com o declínio natural da sua produção com a idade, permite a proliferação de bactérias e formação de placa bacteriana, película que recobre os dentes. Essas circunstâncias são responsáveis pelo mau hálito das pessoas ao acordar assim como pelo hálito forte das pessoas mais velhas. O mau hálito pode ser facilmente sanado através de uma boa higiene dental, da restrição de certos alimentos e da abstenção do álcool e do tabaco. Se o mau hálito persistir mesmo após a adoção destas medidas, é importante consultar um dentista e, se nenhuma causa for encontrada, é necessário consultar um médico.
O mau hálito contínuo pode ser um sintoma de algumas doenças como insuficiência renal, distúrbios do fígado, do estômago, diabetes...facilmente identificáveis por um médico. Outros problemas que podem causar o mau hálito são: amigdalite, sinusite, bronquite, infecções respiratórias e alguns tipos de câncer. As doenças que reduzem o fluxo de saliva, como o lúpus, também podem causar mau hálito.
Soluções:
- Um leve mau hálito pode melhorar através do uso de um antisséptico bucal ou da ingestão de alimentos e ervas que disfarcem o odor. Mastigar algumas folhas de hortelã ou salsa, anis ou sementes de erva-doce podem refrescar o hálito.
- Para fabricar seu próprio antisséptico bucal, coloque 3 cravos-da-índia inteiros em infusão ou ¾ de uma colher de chá de cravo moído em água quente por 20 minutos.
- É importante você consumir bastante alguns alimentos amargos para estimular o fluxo de saliva (jiló, rúcula, agrião, aspargos, etc) e alimentos que refrescam o hálito (salsa, hortelã, maçã, pêra, pepino, etc).
- É importante, durante as refeições mastigar bastante os alimentos, a fim de produzir boa quantidade de saliva para a digestão dos mesmos
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Beba bastante água, sucos de frutas, chás de boldo, carqueja e hortelã.
- Reduza o consumo de alimentos doces e pegajosos a fim de reduzir a placa bacteriana: doces em calda, doces em pasta, jujubas, geléias, etc…
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Evite bebidas alcoólicas e tabaco.
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Evite drogas, pois deixam a boca seca. |
- Problema na gengiva pode causar doenças
Depois da cárie, cuja incidência na população caiu nos últimos anos, o próximo desafio dos dentistas é a doença periodontal, mal em que bactérias atacam as gengivas, os ossos que sustentam o dente e os ligamentos que o "seguram" ao osso.
Um estudo coordenado pela Faculdade de Saúde Pública realizado em 1998 com cerca de 90 mil pessoas no Estado de São Paulo mostrou que 70% dos adultos apresentavam problemas nas gengivas.
Aos cinco anos de idade, 17% das crianças já tinham sangramentos localizados, um dos sintomas relacionados à doença. O Instituto Nacional de Saúde nos EUA estima que 85% da população daquele país tenha algum grau do problema, que pode levar à perda do dente.
"A doença não existe sem a formação da placa bacteriana. E a prevenção é simples: fio e escova dental", afirma o dentista sanitarista Paulo Narvai, professor do Departamento de Práticas de Saúde Pública da faculdade.
Boca e coração
Mas não são só os números que mostram a importância da doença. Estudos realizados a partir de 1990 indicam que ela pode levar a uma série de outros problemas de saúde, de infecções pulmonares a parto prematuro.
Também poderia prejudicar o controle do diabetes tipo 2, uma vez que as infecções levam a um aumento das taxas de açúcar no sangue. Esse enfoque é alvo de uma área específica da odontologia, a medicina periodontal.
A "migração" das bactérias causadoras da periodontite da boca para o coração já era considerada como uma das possíveis causas da endocardite (uma infecção do forro das válvulas do coração).
"Mas estudos mais recentes mostraram possível ligação, mesmo que indireta, com outros problemas cardiovasculares, como a aterosclerose [depósito de gordura nas artérias]", afirma um dos diretores da Sociedade Brasileira de Periodontologia, Rodrigo Bueno de Moraes.
Substâncias liberadas no sangue a partir da inflamação poderiam estimular a produção de proteínas que facilitariam a adesão da gordura, explica Moraes.
Ele diz que as doenças periodontais podem também ser expressão de doenças sistêmicas, como a infecção pelo vírus da Aids ou pelo vírus HPV (o mesmo causador do câncer de colo do útero). O diabetes pode predispor o paciente ao problema. O tabagismo e o estresse são associados a algumas periodontites. Fumantes têm até quatro vezes mais chances de ter a doença.
Folha de S.Paulo |
- Anti-sépticos têm ações diferentes
Para especialistas, o uso indiscriminado de enxaguatórios provoca desde irritações na boca até manchas nos dentes e perda temporária da gustação, dependendo da fórmula. Alguns só podem ser usados com indicação médica.
Escolher um anti-séptico bucal é uma tarefa complicada. Nas prateleiras das farmácias, dezenas de embalagens coloridas disputam a atenção do consumidor. A promessa é quase sempre a mesma: combater efetivamente a formação da placa bacteriana, a principal responsável pela inflamação da gengiva. Na prática, a maior parte das pessoas compra o produto sem saber se é o tipo certo para o seu caso e desconhecendo os riscos do uso indiscriminado dos enxaguatórios bucais.
Para começar, nem todos os produtos apresentam a mesma formulação. Muitos também contêm, além do princípio ativo, uma certa concentração de álcool, que chega até 21%, dependendo do enxaguatório. Nesses casos, o uso exagerado pode provocar lesões nos tecidos da boca.
Por isso, antes de optar por um anti-séptico, a pessoa deve receber orientação do seu dentista. Alguns enxaguatórios só podem ser usados com indicação médica.
Os anti-sépticos não substituem a escovação.
A melhor forma de combater a placa ainda é a escovação correta e o uso do fio dental.
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- Clareamento dental à Laser : Dúvidas frequentes
O clareamento dental feito com laser de argônio é a técnica mais moderna, mais rápida e mais eficiente atualmente para promover o clareamento de dentes escurecidos.Nesta técnica um gel à base de peróxido de hidrogênio com concentração de 35 a 40% é aplicado sobre a superfície externa dos dentes, e o laser é aplicado sobre este gel, ativando a liberação de moléculas de oxigênio, promovendo um clareamento mais rápido e eficiente.
Quais as vantagens do Clareamento Dental a Laser ?
Elas são :
Tempo - O tratamento a laser é feito em uma única sessão que varia entre uma hora e uma hora e meia, enquanto que métodos tradicionais leva-se de 2 a 3 semanas.
Comodidade - Não existe a necessidade de se usar moldeira para o tratamento.
Segurança - O laser de argônio não possui radiações infravermelho (IV) nem ultra-violeta (UV), não gera calor algum, com isso, a sensibilidade pós operatória é bem menor.
Restaurações e Próteses podem ser clareadas?
Não. O tratamento de clareamento dental a laser de argônio só clareia o esmalte dos dentes. Após o clareamento, as restaurações e próteses podem ser trocadas para se garantir um sorriso mais agradável e bonito ao cliente.
O clareamento a laser pode enfraquecer os dentes?
Não. A estrutura dentária não é afetada.
Existe algum risco à saúde?
Não. Quando utilizados corretamente os produtos, não existe nenhum risco à saúde geral do paciente. O tratamento não é indicado para grávidas e crianças com menos de 10 anos.
A partir de que idade pode-se fazer clareamento a laser?
Não existe uma idade específica, sendo aceitável fazê-lo à partir dos 10 anos de idade.
O dente pode escurecer novamente?
Sim. Mas este escurecimento pós-tratamento nunca será como antes. Após 1 ou 2 anos pode haver necessidade de uma manutenção.
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- Escovação
Qual a importãncia da escovação dos dentes para a saúde bucal?
Para a prevenção da cárie e da doença periodontal, é necessário que se faça uma completa remoção da placa bacteriana, a principal causadora dessas doenças, através de uma escovação correta
A escova dura parece que limpa melhor os dentes. Seu uso pode prejudicá-los
A escova ideal para dentes naturais deve ser macia ou extramacia porque, para uma boa escovação dental, é necessário escovar as gengivas, e escovas duras, além de machucarem a gengiva, podem desgastar os dentes, provocando sensibilidade, e provocar a retração gengival, que pode afetar a estética do sorriso e também provocar dor.
Existe uma escova de dentes apropriada para cada idade?
Atualmente é preconizado o início da escovaçao logo após o aparecimento do primeiro dentinho, no bebê; a escova indicada, embora tenhamos poucas opções no mercado nacional, é uma escova extramacia, que limpe os dentinhos recém-erupcionados, faça massagem na gengiva e tenha um cabo que permita um bom apoio para o adulto que irá fazer a escovação. A partir dos 3 anos, a criança gosta, ela mesma, de fazer a escovação; nesse caso deve ser usada uma escova com a cabeça pequena, cerdas macias e que tenha uma proteção no longo eixo do cabo, para evitar acidentes; um adulto, entretanto, deve complementar a escovação. A partir dos 7 anos, a criança quase sempre já consegue realizar a escovação sozinha, embora deva haver a supervisão de um adulto. A escova deve ter cabeça de tamanho médio, cerdas macias, pontas arredondadas e um cabo robusto, que facilite a empunhadura.
0 que é escova interdental?
A escova interdental tem sido utilizada para a limpeza sob próteses fixas e também no caso de doentes periodontais que perderam a papila que fica em meio aos dentes. Para quem não tem doença periodontal, a escova interdental poderá forçar a gengiva e provocar uma lesão traumática; assim, o uso adequado do fio dental é aconselhável.
As escovas elétricas podern substituir as escovas comuns?
Normalmente as escovas elétricas têm sido indicadas a pacientes especiais que tenham algum tipo de dificuldade motora para fazer uso da escova comum e especialmente a pacientes geriátricos que tenham alto risco às cáries radiculares e também à doença periodontal. 0 uso da escova elétrica nesses casos serve de estímulo para que o paciente mantenha sua saúde bucal mesmo tendo dificuldades motoras. Quando forem indicadas, é importante salientar que as escovas sejam macias ou extramacias e, se possível, que tenham movimento elíptico durante o seu uso.
Quem tem doença periodontal necessita de escova especial?
A essas pessoas indica-se o uso de escova com cerdas extramacias e escovas do tipo tufo, que escovam dente a dente, fazendo uma remoção mais eficiente da placa bacteriana.
E quem usa aparelho fixo?
A instrução e a motivação do paciente são os principais meios de prevenção, constituindo-se as escovas especiais como a bitufio, a sulcus (duas fileiras de cerdas) ou a orthodontic (cerdas com depressão em forma de V) em meios auxiliares no controle da higienização.
Qual a melhor escova para dentadura?
Atualmente existem no mercado algumas escovas específicas para escovar as próteses totais; são maiores que as escovas de dentes comuns, têm cerdas duras, e o desenho é adequado ao formato da prótese. Caso não se achem as escovas específicas, pode-se simplesmente utilizar uma escova dental dura.
Quanto tempo deve durar cada escovação?
É necessário que não haja pressa; devemos caprichar na escovação realizada à noite, após o jantar ou antes de dormir, limpando todos os dentes: primeiro com o fio dental e, em seguida, com a escova. Esse processo deve demorar cerca de 10 minutos.
Quantas vezes por dia é necessário escovar os dentes?
Isso depende do risco do paciente à cárie ou à doença periodontal. Para pacientes considerados "normais", ainda se prescreve que se façam três escovações ao dia: pela manhã, após o almoço e após o jantar ou antes de dormir; contudo, deve-se saber que a higienização mais importante é aquela realizada à noite.
Fonte: REVISTA DA APCD V. 53, Nº 4, JUL./AGO. 1999
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